Projeto Mulheres Candaces (Guerreiras)

PRONAC 237073

O Projeto “Mulheres Candaces” visa proporcionar um ambiente de crescimento e empoderamento para mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Irá proporcionar acesso gratuito a produtos culturais para mulheres e jovens negras por meio de oficinas de teatro, capoeira, dança, artesanato, desenho e pintura. Essas atividades visam contribuir para a inclusão social, cultural e econômica de mulheres negras em situação de vulnerabilidade social. 

Apresentação do projeto

Impacto
80 mulheres negras participando de atividades culturais

Serão oferecidas 80 vagas para as oficinas, as alunas serão selecionadas mediante a divulgação das inscrições. Serão inscritas segundo a ordem cronológica das inscrições. As aulas acontecerão 1 vezes por semana, por um período de 2 horas cada aula, por um período de 12 meses. Método do cálculo para quantidade de oficinas: 01 vezes por semana X 4 semanas (semanas estimadas no mês) X 12 meses = 48 oficinas. Método do cálculo para carga horária: 48 oficinas X 2 horas cada oficina = 96 horas de oficina. *Os alunos serão divididos em 05 turmas de 16 alunos*

Capacitar 80% das participantes em habilidades artísticas e artesanais 

Inserir 60% das participantes em atividades de produção profissional 

Estabelecer parcerias institucionais 

Instituto Cultural Bantu - ICB

Este projeto integra o Instituto Cultural Bantu (ICB), uma organização sem fins lucrativos fundada em 2006 a partir do sonho de Edielson Miranda, conhecido como Mestre Roxinho. Inspirado por sua vivência nas ruas, Mestre Roxinho dedicou-se a promover a educação de crianças, jovens e famílias em comunidades socialmente vulneráveis, ampliando suas oportunidades e perspectivas de vida. O Instituto adota uma abordagem metodológica que contribui para a redução das desigualdades sociais, o fortalecimento da concentração e o desenvolvimento do sentimento de felicidade e pertencimento, tudo isso por meio do ecossistema da Capoeira Angola.

Do viaduto ao mundo: a jornada de Mestre Roxinho

Edielson Miranda, o menino franzino que vendia café pelas ruas de Salvador, jamais imaginaria que sua vida mudaria em uma manhã qualquer. Carregando garrafas pesadas, chamou a atenção de um homem que se tornaria seu mestre e guia: Mestre Virgílio da Fazenda Grande. Foi ele quem abriu as portas de sua casa, ensinando-lhe um ofício e apresentando-lhe a Capoeira Angola. A capoeira não apenas moldou seus movimentos, mas também sua missão. Edielson cresceu, tornou-se Mestre Roxinho e decidiu retribuir.

Em 1993, começou a trabalhar com crianças em situação de rua, usando a capoeira como ferramenta de educação e transformação social. Em 1998, fundou o Projeto Bantu, consolidando sua metodologia baseada nos valores afro-brasileiros para reduzir desigualdades e fortalecer identidades. Seu compromisso o levou além das ruas de Salvador. Em 2000, levou seu projeto para Lins, São Paulo, chegando a todas as escolas municipais e unidades da FEBEM.

Mas sua luta não tinha fronteiras. Em 2006, fundou o Instituto Cultural Bantu e expandiu sua missão para a Austrália, levando a capoeira às escolas públicas de Nova Gales do Sul. Lá, ajudou jovens aborígenes e refugiados a encontrar força e pertencimento através da ginga. De um viaduto na Bahia ao impacto global, Mestre Roxinho segue transformando vidas, provando que a capoeira não é apenas luta—é resistência, identidade e futuro.

Leia mais

Sua empresa pode destinar até 4% do Imposto de Renda para o projeto Mulheres Candaces, com 100% de abatimento. Faça uma doação ou patrocine essa iniciativa e fortaleça o impacto social!

Valor do projeto: R$ 460.930,80
Valor captado: R$ 100.000,00
Saldo a captar: R$ 360.930,80

CONTA CAPTAÇÃO
Agência 3921-7  | Conta 269.004-7
Instituto Cultural Bantu
CNPJ: 07.794.079/0001-19

Patrocinador atual

Banco Votorantim 

Entre em contato!

Alberis Santos

(81) 98223-4656
[email protected]

Francielly Carvalho

(81) 982406774
[email protected]

Edielson Miranda 

(71) 9225-4706
[email protected]